Negócio Socioambiental Lidera Preservação Marinha e Impacto Social em Comunidades Caiçaras no Dia do Combate à Poluição

Negócio Socioambiental Lidera Preservação Marinha e Impacto Social em Comunidades Caiçaras no Dia do Combate à Poluição

Marulho destina 43% do valor a redeiros e costureiros e já gerou mais de R$ 500 mil em renda extra

No dia 14 de agosto, celebra-se o Dia do Combate à Poluição, uma data dedicada a fortalecer a reflexão e o diálogo sobre soluções para evitar a degradação ambiental em todo o mundo.Esse dia também visa chamar a atenção dos governos e conscientizar a sociedade sobre os sérios problemas ambientais que enfrentamos nos dias atuais. De acordo com a ONU, cerca de 8 milhões de toneladas de plástico são despejadas nos oceanos todos os anos, causando sérios danos à vida marinha e ao ecossistema. Nesse contexto, a Marulho se destaca como uma força motriz na luta contra a poluição marinha e na geração de renda extra para comunidades caiçaras. Fundada em 2019 por Beatriz Mattiuzzo, a empresa é uma pioneira na transformação de redes de pesca descartadas em produtos sustentáveis, como bolsas, mochilas e sacolas.

Com uma visão empreendedora e sustentável, a Marulho não apenas busca reduzir o impacto ambiental das redes de pesca descartadas, mas também tem um compromisso firme em apoiar economicamente as comunidades locais. Destinando 43% do valor de cada produto diretamente para os redeiros e costureiras da Ilha Grande, no Rio de Janeiro, a empresa já gerou mais de R$ 500 mil em renda extra para essas comunidades desde sua fundação.

A Marulho se destaca no combate ao lixo mais perigoso dos oceanos: as redes de pesca descartadas. Essas redes abandonadas causam a chamada pesca fantasma, onde continuam a capturar e matar animais marinhos indefinidamente. De acordo com uma pesquisa do The World Wide Fund for Nature, dois terços dos animais marinhos, incluindo todas as espécies de tartarugas, e metade das aves marinhas enfrentam riscos significativos devido ao enredamento em redes de pesca descartadas. Esse tipo de resíduo é identificado como a forma mais letal de plástico nos oceanos. Ao reutilizar essas redes em seus produtos, a Marulho não apenas reduz essa ameaça, mas também desempenha um papel crucial na limpeza dos oceanos e na proteção da vida marinha.

Samara OliveiraGestora Comercial e Marketing da Marulho destaca: “Nosso objetivo é criar uma cadeia de valor circular, transformando resíduos em matéria-prima e proporcionando uma fonte de renda sustentável para aqueles que dependem da pesca. Queremos não apenas conscientizar sobre a importância da preservação dos oceanos, mas também agir de forma concreta para impulsionar o bem-estar das comunidades caiçaras.”

Além de sua impactante atuação no campo da sustentabilidade e do impacto social positivo, a Marulho também se destaca por seu papel inspirador na conscientização pública. Por meio de campanhas educativas e parcerias com organizações ambientais, a empresa busca amplificar sua mensagem sobre a importância da preservação dos oceanos e da redução do consumo de plástico. Ao promover um estilo de vida mais consciente e sustentável, a Marulho não apenas transforma redes de pesca em produtos elegantes e funcionais, mas também constrói uma comunidade comprometida com o bem-estar do planeta e das gerações futuras.

Enquanto a Marulho lidera com suas ações impactantes, outras empresas como a Olha o Peixe e a BioBureau também estão engajadas na causa da preservação marinha. A Olha o Peixe, idealizada por Bryan Renan, tem a missão de fortalecer a pesca artesanal do Paraná, fornecendo produtos e informações de qualidade a consumidores conscientes, com a visão de comunidades de pesca artesanal fortalecidas e valorizadas em uma sociedade que conhece o pescado que consome. 

Por sua vez, a BioBureau, fundada por Mauro Rebelo com o auxílio do programa PRIME da FINEP, tem como objetivo transformar pesquisas de laboratório em tecnologias de mercado. Sua missão é desenvolver tecnologias sustentáveis e escaláveis baseadas em biotecnologia, desde a pesquisa básica até a comercialização, com o propósito de valorizar, preservar e restaurar a biodiversidade, almejando ser referência no desenvolvimento e comercialização de biotecnologia para a preservação da biodiversidade no Brasil.

A Marulho, com iniciativas de manejo de resíduos como a recuperação de redes de pesca descartadas, não apenas contribui positivamente para o meio ambiente ao preservar ecossistemas marinhos, mas também tem um impacto social significativo. Além de conservar modos de vida e práticas tradicionais de comunidades costeiras, essas ações proporcionam suporte financeiro direto aos envolvidos nos projetos. Ao participar da coleta e reciclagem desses materiais, essas comunidades não só promovem a preservação ambiental, mas também estabelecem uma fonte de renda sustentável através da produção de materiais reciclados. 

A importância do Dia do Combate à Poluição, celebrado em 14 de agosto, é um lembrete crucial sobre a necessidade de ações efetivas e concretas para reduzir a degradação ambiental. A Marulho, ao transformar resíduos marinhos em produtos úteis e apoiar comunidades costeiras, exemplifica a importância dessa data. Com essas iniciativas inovadoras e o compromisso com a preservação ambiental e o desenvolvimento social, empresas como a Marulho, Olha o Peixe e BioBureau estão liderando o caminho para um futuro mais limpo e sustentável, enquanto fortalecem o tecido social das comunidades costeiras.

Sobre a Marulho

A Marulho é uma empresa fundada em 2019 por Beatriz Mattiuzzo, com sede em Ilha Grande, dedicada à produção de produtos sustentáveis feitos a partir de redes de pesca descartadas, incluindo bolsas, mochilas, sacolas, fruteiras e pochetes, entre outros. Comprometida com a responsabilidade social, a Marulho destina 43% do valor de cada produto diretamente aos redeiros e costureiras, fortalecendo a economia local e trabalhando em estreita colaboração com a comunidade caiçara. Para mais informações, acesse: www.fazermarulho.com.br.