Riscos Globais: Clima e Cibersegurança Serão Desafios para Empresas em 2022

Riscos Globais: Clima e Cibersegurança Serão Desafios para Empresas em 2022

Consultoria alia tecnologia e governança às práticas de ESG para ajudar organizações em um futuro cada vez mais emergente

O ano mal começou e o Brasil já está entre os piores desempenhos do PIB previstos para este ano, de acordo com a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU). Para sermos mais exatos, o país ocupa a terceira posição, estando apenas acima de Guiné Equatorial e Mianmar. Enquanto há essa estagnação brasileira, o restante do mundo terá um cenário mais promissor com a recuperação da economia, mas ainda haverá impactos significativos advindos da pandemia. Por isso, em janeiro, dois importantes relatórios publicados sobre a temática de riscos, o “The Global Risks Report 2022” do Fórum Econômico Mundial e o Report da Eurasia Group, “Top Risks 2022”, mapearam assuntos das esferas macroeconômicas, geopolíticas, culturais, tecnológicas, socioeconômicas e ambientais, visando melhor orientar as lideranças mundiais sobre o que está por vir, inclusive no Brasil. 

“Em um mundo dominado pela necessidade tecnológica, pelos desastres naturais e pelo início de crises sociais, os países se figuram forçados a olhar mais para dentro do que para a cooperação internacional, a fim de resolverem problemas que estão afetando o desenvolvimento econômico e a saúde física e mental da população”, afirma Claudinei Elias, CEO e founder da Bravo GRC, empresa de tecnologia e consultoria para Governança, Riscos e Compliance e ESG. Do ponto de vista econômico, a inflação, a demanda sustentada em razão dos desafios da pandemia sobre o mercado de trabalho, o poder aquisitivo das pessoas e perspectivas de lucratividade, resultam em alta de preços, desemprego e queda de consumo. A melhor solução? “Um mapeamento e avaliação de maturidade das relações com stakeholders, colaboradores e clientes, endereçando as atividades e narrativas que devem estar cada vez mais amarradas e sincronizadas a um propósito”, analisa Elias. 

Esse propósito, por sua vez, estará cada vez mais intrinsecamente ligado a outros pontos-chaves trazidos nos relatórios, que são os riscos sociais, climáticos e ambientais. Segundo o relatório do World Economic Forum, o risco de um “fracasso da ação climática” foi percebido como ameaça número 1 tanto no médio quanto no longo prazo e eles atingem todas as demais dimensões, entre os destaques os eventos de extremidade climática, redução e perda da biodiversidade, escassez de recursos naturais e ações antrópicas de destruição ambiental. “Isso aliado à recuperação econômica fraca e lenta, acabam por trazer mais pobreza à população, principalmente países menos desenvolvidos e nas periferias, o que gera uma crise sem precedentes. Por isso, nós apresentamos soluções por meio de softwares, matrizes e planos de educação, de capitalismo consciente, alinhado aos propósitos e cultura das organizações, que devem reger uma empresa pelos próximos anos construindo um futuro rentável e sustentável”, destacou Maria Silvia Monteiro Costa, Head de ESG da Bravo GRC. De acordo com ela, quem não prestar atenção e não se envolver nestes detalhes, certamente sofrerá consequências de reputação de imagem.

Cibersegurança também na pauta

Todo esse cenário precisa ainda levar em conta os riscos tecnológicos, de ataques cibernéticos cada vez mais frequentes. Para que as organizações possam estar mais preparadas para este cenário de extremos desafios em 2022, é preciso ter visão de mercado e uma governança muito bem estruturada. A Bravo GRC, com a sua expertise e compreensão das várias pressões a que as organizações estão sujeitas, interna ou externamente, une suas soluções em governança e tecnologia às estratégias de ESG, com base em três diferentes lentes: capitalismo consciente, risk management e geração de valor na cadeia, para identificar, planejar e implementar as boas práticas e elevar o nível de consciência dos negócios. 

“Embora estejamos analisando através de categorias de riscos, a realidade se mostra indissociável em virtude das conexões que cada um deles estabelece entre si, com causalidade, efeitos e consequências múltiplas. Da mesma maneira, o global e o ‘micro’ formam uma totalidade com fortes canais de influência que correm entre si. Muitos dos riscos corporativos estão associados às transformações sociais e às condições econômicas globais, à rapidez dessas mudanças e à necessidade de ajustar-se ou não sobreviver”, finaliza Elias. A sua empresa está preparada para um futuro mais sustentável? 

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