Ação pela Terra: O Papel da Cadeia de Suprimentos na Conservação do Solo

Ação pela Terra: O Papel da Cadeia de Suprimentos na Conservação do Solo

Do campo à prateleira do supermercado, a cadeia de suprimentos utiliza os diversos recursos fornecidos pelo planeta Terra para sustentar o modo de vida moderno. Essa implantação significativa de atividades de produção, logística e consumo representa um grande desafio para as empresas que buscam conciliar a necessidade de fornecimento com a responsabilidade de preservar o meio ambiente.

O esgotamento e a degradação ambiental, por exemplo, não são um problema econômico menor na América Latina. No caso do México, elas custam o equivalente a 4,1% do PIB nacional, onde as emissões atmosféricas, a degradação do solo e os resíduos sólidos urbanos são os conceitos que geram o maior impacto.

Por outro lado, o Brasil é um dos 10 maiores emissores de gases de efeito estufa, não por causa do uso de combustível, mas por causa da derrubada de florestas para a produção de madeira e expansão agrícola. Em 2022, a área usada para agricultura no Brasil atingiu 61 milhões de hectares, um aumento de 219% desde 1985.

Essas situações motivaram o setor privado a fazer sua parte, implementando ações para minimizar o impacto de suas operações, e o Dia da Terra é o momento ideal para falar sobre a relevância dos negócios nessa área.

Esse é o caso da CHEP, que, por meio de seu modelo de pooling, busca promover a reutilização de paletes feitos 100% de madeira de fontes sustentáveis, consolidando assim um modelo de economia circular ideal para minimizar o impacto no transporte de produtos de diferentes indústrias por palete, além de reduzir o esgotamento e a degradação ambiental.

Evitar a degradação do solo, fundamental para negócios regenerativos

Estima-se que 95% dos alimentos do mundo venham do solo. O México e o Brasil se destacam por sua produção nessa área. Enquanto o primeiro informa ter gerado quase 300 milhões de toneladas em 2023, o segundo forneceu alimentos para mais de 772 milhões de pessoas em 2020, dos quais mais de 75% foram consumidos fora do país.

Esses números destacam a importância de se ter estratégias para a proteção desse recurso; no entanto, a realidade mostra que ainda há uma importante área de oportunidade, pois 52% do solo usado para agricultura está contaminado e 23 hectares que poderiam ser usados para cultivo são perdidos a cada minuto.

Abaixo, a CHEP compartilha 3 princípios que podem ser aplicados para minimizar o impacto ambiental das empresas da cadeia de suprimentos com base em estratégias de economia circular.

  1. Eliminar o desperdício e a poluição: para minimizar o desperdício na cadeia de suprimentos e o impacto na degradação da terra, a CHEP promove o uso de paletes reutilizáveis e recicláveis, com cerca de 350 milhões de paletes em circulação entre todos os seus fornecedores em todo o mundo, evitando opções descartáveis que contribuem para a geração de resíduos.
  2. Manter produtos e materiais em uso: os produtos gerados pelas empresas da cadeia de suprimentos devem ser projetados para durar o maior tempo possível, aplicando soluções digitais e análise de dados. Dessa forma, os produtos são usados, consertados e reutilizados, de modo que a longevidade dos ativos ajuda a evitar a geração de resíduos em cada ciclo.
  3. Regenerar sistemas naturais: as empresas devem adotar uma abordagem regenerativa em seus modelos de negócios, desde o uso de materiais renováveis, reutilizáveis, recicláveis ou biodegradáveis em seus produtos até o incentivo a práticas regenerativas que beneficiem o planeta. Por exemplo, a CHEP tem como objetivo gerar um impacto duplo no reflorestamento das florestas globais, em que, para cada árvore utilizada, ela busca o crescimento sustentável de mais duas árvores, dobrando sua contribuição para a conservação do planeta.

Dessa forma, ela fecha o ciclo da economia circular ao revitalizar terras degradadas para a produção florestal e devolver nutrientes valiosos à terra, promovendo assim a regeneração dos sistemas naturais.

O caminho para a recuperação ambiental é longo e cheio de desafios, mas neste Dia da Terra, as comunidades comprometidas no México, no Brasil e em outros países podem encontrar esperança nas ações coletivas de empresas como a CHEP.

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